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Acerca de

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História de criação

Livia Bellotto

Sou uma buscadora! E como tal, como psicóloga, sempre vejos uma possibilidade de ir além, para aliviar o sofrimento do ser humano.

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Depois de 20 anos no mundo corporativo, onde fiz aquilo que precisava ser feito para a minha sobrevivência e de meus filhos, passei a construir meu caminho de volta ao meu propósito de alma: ajudar pessoas a encontrarem o caminho da autorrealização. E isso significava retornar ao me próprio caminho.

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Após fundar o Instituto Para Ser, recomecei meus atendimentos clínicos, mas dessa vez olhando não só para a dimensão psicológica do SER, mas também para as esferas somática e espiritual.

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Nessa caminhada, várias abordagens vieram a fundamentar meus atendimentos: a Psicanálise, a Terapia CranioSacral, o Psicodrama, a Neuropsicologia entre outras ferramentas de expansão de consciência.

Mas ainda faltava algo.... Perguntei então ao Universo, qual era o meu caminho? E numa conversa com um amigo, surgiram as Constelações Familiares.

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Com o desenrolar da minha reentrada no mundo terapêutico e empresarial, em paralelo eu continuava na minha busca pessoal por autoconhecimento através das mesmas abordagens que eu propunha aos meus pacientes.

Em certo momento, chegou a hora de eu olhar para um momento muito dolorido da minha vida. Algo que eu não sabia que ainda me impactava de forma tão importante, a ponto de dificultar a realização de novos projetos.

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Procurei então uma Consteladora, a querida Juliana Barros, que me convidou a fazer alguns "Movimentos". Claro que eu conhecia as Constelações e os Movimentos Sistêmicos, mas o modo como ela abordou minha questão acendeu uma luz na minha vida e abriu uma nova possibilidade para meus atendimentos. Naquele momento, tudo fez tanto sentido! Era tão mais fácil fazer daquela forma, e mais que isso, eu SABIA como!!!

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Com uma certeza íntima de que eu conseguiria ajudar muito mais meus pacientes, de um modo simples e muito eficaz, comecei a implementar os "Movimentos" nas minhas sessões.

Com base no Psicodrama, nos Diálogos e Imagens da Terapia CranioSacral, e fundamentada pela Filosofia Sistêmica e a prática das Constelações Familiares, tudo se integrou no que chamei de "Movimentos Sistêmicos de Reconciliação", ou simplesmente, "Movimentos de Reconciliação".

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Reconciliar, chamar, para reunir em sentimento, aquilo que estava separado.

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Como que você precisa de reconciliar? Com tudo aquilo que impede seu desenvolvimento, sua liberdade de ser quem você é, sua prosperidade e autorrealização. Reconcilia-se é poder balançar as areias de suas sandálias e voltar a caminhar, com a força do que se viveu e realizou.

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Reconciliar-se com sua origem, com seu passado, com sua história é reconciliar-se com suas memórias, incluindo aquelas que vem passando de geração em geração) . Memórias não são fatos estanques. São situações vividas e interpretadas de acordo com nossas crenças, que ao serem relembradas, vão se enriquecendo e distorcendo, acrescidas e subtraídas de detalhes, emoções, pensamentos e elementos diversos.

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Ter uma memória reconciliada é ter um olhar compassivo sobre o próprio passado, reconhecendo os passos equivocados, assim como os bons passos dados ( por nós e por nossos antepassados) na construção da própria história, acolhendo o amor recebido como dom. É receber a VIDA com todas as suas consequências e caminhar em direção ao mais.

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